quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Chico Buarque de Holanda - Discografia Completa

Francisco Buarque de Hollanda nasceu dia 19/6/1944 na cidade do Rio de Janeiro.
Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Buarque de Hollanda. Em 1946, aos dois anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo. Por ter nascido em uma família de intelectuais, afirmava que "as paredes lá de casa viviam cobertas de livros". Desde cedo conviveu com diversos artistas, amigos de seus pais e da irmã Heloísa, entre os quais, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Tom Jobim, Alaíde Costa e Oscar Castro Neves. Em 1952, mudou-se com sua família para Roma onde o pai foi lecionar. Na capital italiana eram comuns os serões familiares em que sua mãe ou seu pai acompanhavam ao piano o diplomata Vinicius de Moraes, que cantava os sambas da época. Dois anos depois retornou ao Brasil, indo estudar no Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Leu muito durante a adolescência, desde os grandes escritores russos como Dostoievski e Tostoi, franceses, como Céline, Balzac, Zola e Roger Martin, aos brasileiros, como Guimarães Rosa, João Cabral, José Lins do Rego, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade e Graciliano Ramos. Aprendeu a tocar de ouvido, recebendo, da irmã Heloísa, as primeiras noções de violão. Convivendo com os amigos da irmã, que estavam iniciando a bossa nova, sofreu grande influência desse estilo, principalmente de João Gilberto, a quem procurava imitar. Ouvia muito no rádio as músicas de Ataulfo Alves, Ismael Silva, Noel Rosa e outros, além de chorinhos, sambas, marchas, modinhas, baiões e serestas. No Colégio Santa Cruz começou a envolver-se com o movimento estudantil e com organizações como a OAF (Organização de Auxílio Fraterno), que realizava campanhas para arrecadar agasalhos e alimentos para mendigos. Ainda durante o curso científico no Colégio Santa Cruz, começou a destacar-se entre os colegas pelo amor ao futebol, pelas crônicas, chamadas de "Verbâmidas", que escrevia para o jornalzinho da escola, e pela participação constante nas batucadas que ocorrriam no ambiente escolar. Por essa época, escreveu suas primeiras composições, "Canção dos olhos" e "Anjinho". Ainda no Colégio Santa Cruz, pisou num palco, pela primeira vez, num espetáculo no qual cantou a "Marcha para um dia de sol", de sua autoria. Em 1961, foi preso juntamente com um amigo, por "puxar" um carro para dar umas voltas, ocasião em que foi proibido pelos pais de sair à noite antes de completar 18 anos. Dois anos depois, ingressou na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), na qual somente ficaria até o 3º ano. Já no 2º ano da faculdade, tornou-se amigo de Francisco Maranhão e de outros adeptos das batucadas. Criou com alguns colegas o Sambafo, que se reunia após as aulas para cantar e batucar no grêmio escolar ou então no Quitanda, boteco da Rua Dr. Vila Nova. Em 1966, conheceu a atriz Marieta Severo com quem se casou pouco tempo depois e com quem teve três filhas. O casal veio a separar-se em meados dos anos 90, após mais de trinta anos de convivência, mantendo, contudo, assídua convivência.

Francisco Buarque was born on 06.19.1944 in the city of Rio de Janeiro.
Son of the historian Sérgio Buarque and Maria Amelia Buarque. In 1946, at two years of age, he moved with his family to São Paulo. Being born into a family of intellectuals, stated that "the walls house there lived lined with books." Early lived with many artists, friends of his parents and sister Heloise, including, Joao Gilberto, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Tom Jobim, Alaíde Costa and Oscar Castro Neves. In 1952, he moved with his family to Rome where his father was teaching. In the Italian capital were common family evenings when his mother or his father accompanied on the piano the diplomat Vinicius de Moraes, who sang the sambas of the time. Two years later he returned to Brazil, going to study at the College Santa Cruz in São Paulo. Read much during adolescence, from the great Russian writers like Dostoyevsky and Tolstoy, French, as Céline, Balzac, Zola and Roger Martin, the Brazilians, as Guimarães Rosa, João Cabral, José Lins do Rego, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade and Graciliano Ramos. He learned to play by ear, receiving, the sister Heloise, the first guitar lessons. Living with friends of her sister, who were starting bossa nova, suffered great influence of this style, especially Joao Gilberto, who sought to emulate. Heard much on the radio songs of Ataulfo Alves, Ismael Silva, Noel Rosa and others, and chorinhos, sambas, marches, folk songs, flasks and serenades. In College Santa Cruz began to get involved with the student movement and organizations like the OAF (Fraternal Aid Organization), which carried out campaigns to raise food and clothing to beggars. Also during the scientific course at the College Santa Cruz, began to stand out among colleagues for the love of football, the chronic, called "Verbâmidas", who wrote for the school paper, and the constant participation in drumming that ocorrriam the environment school. By that time, he wrote his first compositions, "Eye Song" and "Little Angel". Still in College Santa Cruz, stepped on stage for the first time, a show in which she sang the "March for a sunny day" of his own. In 1961, he was arrested along with a friend, for "pull" a car to give a few laps, when it was banned by the parents to go out at night before turning 18. Two years later, he joined the FAU (Faculty of Architecture and Urbanism at the University of São Paulo), in which only would be up to the 3rd year. In the 2nd year of college, became friends of Francisco Maranhão and other supporters of drumming. Created with some colleagues the Sambafo, which met after school to sing and drumming in the school or in the guild Quitanda pub Dr. Vila Nova Street. In 1966, he met Marieta Severo actress whom he married shortly after and with whom he had three daughters. The couple came to be separated in the mid-90s, after more than thirty years of living together, maintaining, however, a constant coexistence.
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